Há tantas coisas que eu queria te dizer. Tantas que eu queria perguntar. Mas você não está aqui para responder. E nunca estará. Tanta dor e sofrimento invadem o meu ser. Não há palavras que possam explicar.
O pranto abafa os gritos e gemidos de dor e a imensa destruição deste caos que me restou. Não há nada além daqui.
Estou de luto. De luto pela morte de um amor por aquilo que não existia. Era um alter-ego. Quão duro é se descobrir apaixonada por um alter-ego.
Como eu queria voltar no tempo para nunca ter conhecido essa dor. Mas o tempo é um rio que não volta, mas nos deixa as memórias. Eu não queria essas memórias. Ó, rio, por que não levas também essas memórias? Queria apenas esquecer.
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